Fala pessoal. Esses dias atras eu dei uma entrevista para o "Bom Fundamento." A materia segue abaixo:
Já a história de investimentos do estudante de computação Maurício Klamt, de 20 anos, começou fora do Brasil. Seu primeiro negócio, aos 17 anos, foi na New York Stock Exchange (Nyse), a Bolsa de Nova York. O incentivo foi do padrasto, que mora na Califórnia. Juntos, eles compraram os papéis de uma empresa de biotecnologia e, em pouco menos de um mês, venderam tudo por um preço cinco vezes maior. Depois disso, o paulista passou a se dedicar a entender mais sobre o mercado financeiro. E na Bovespa, não começou com empresas tradicionais no pregão, como a Vale. Preferiu os papéis da Brasmotor, do grupo Whirpool, dono de marcas como a Brastemp e a Cônsul.
“Gosto de papéis de empresas com reputação, que têm grande potencial de crescimento e que estão valendo pouco”, explica Klamt. Ele estudou tanto que hoje dá cursos sobre Bolsa de Valores na região de Limeira, no interior de São Paulo, onde mora. Numa das primeiras turmas, no ano passado, reuniu 100 pessoas. Das inscrições vem parte do dinheiro com que compra ações. O resto sai do salário de estagiário. “Tenho 100% das minhas economias na Bolsa”, declara o jovem investidor.
Fonte: Agencia Estado.
Já a história de investimentos do estudante de computação Maurício Klamt, de 20 anos, começou fora do Brasil. Seu primeiro negócio, aos 17 anos, foi na New York Stock Exchange (Nyse), a Bolsa de Nova York. O incentivo foi do padrasto, que mora na Califórnia. Juntos, eles compraram os papéis de uma empresa de biotecnologia e, em pouco menos de um mês, venderam tudo por um preço cinco vezes maior. Depois disso, o paulista passou a se dedicar a entender mais sobre o mercado financeiro. E na Bovespa, não começou com empresas tradicionais no pregão, como a Vale. Preferiu os papéis da Brasmotor, do grupo Whirpool, dono de marcas como a Brastemp e a Cônsul.
“Gosto de papéis de empresas com reputação, que têm grande potencial de crescimento e que estão valendo pouco”, explica Klamt. Ele estudou tanto que hoje dá cursos sobre Bolsa de Valores na região de Limeira, no interior de São Paulo, onde mora. Numa das primeiras turmas, no ano passado, reuniu 100 pessoas. Das inscrições vem parte do dinheiro com que compra ações. O resto sai do salário de estagiário. “Tenho 100% das minhas economias na Bolsa”, declara o jovem investidor.
Fonte: Agencia Estado.
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